Produtores de Minas podem opinar sobre novas regras para transporte de animais; IMA abre consulta pública

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Vai transportar gado, aves ou outros animais?
As regras podem mudar — e você pode ajudar a decidir.
O IMA abriu consulta pública para atualizar normas da GTA e da transferência animal. Prazo para envio de sugestões vai até 21 de janeiro

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) abriu uma consulta pública para receber sugestões de produtores rurais, pecuaristas, médicos-veterinários e demais interessados sobre uma nova proposta de regras que vai tratar do controle sanitário e da movimentação de animais em Minas Gerais.

A iniciativa faz parte do processo de atualização das normas que regulam o transporte de animais vivos e ovos férteis no estado, além da emissão de documentos obrigatórios como a Guia de Trânsito Animal (GTA) e a Autorização de Transferência Animal (ATA) — exigidos sempre que há deslocamento ou transferência de animais entre propriedades ou núcleos de produção.

De acordo com o IMA, a proposta busca modernizar e padronizar os procedimentos adotados atualmente, tornando o sistema mais claro, eficiente e alinhado à realidade de quem depende desses documentos no dia a dia.

Os interessados podem enviar suas contribuições até o dia 21 de janeiro, por meio do formulário disponível no site oficial do órgão, onde também está publicada a minuta da nova regulamentação.

Segundo a gerente de Defesa Sanitária Animal do IMA, Izabella Hergot, a nova portaria pretende resolver dúvidas frequentes e melhorar a organização do processo. “A ideia é dar mais transparência e uniformidade à emissão da GTA e da ATA. Hoje, muitas demandas chegam ao instituto justamente pela falta de critérios padronizados. A proposta deixa mais claro como funcionam a emissão, o cancelamento e a revalidação desses documentos”, explicou.

O IMA reforça que a participação dos usuários é fundamental. Produtores e profissionais que utilizam o sistema de transporte e transferência de animais podem aproveitar a consulta pública para sugerir ajustes, apontar dificuldades e colaborar para uma regulamentação mais eficiente e adequada às necessidades do setor agropecuário mineiro.