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Pouso Alegre
Hospital Samuel Libânio é credenciado em radioterapia



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Rosy Pantaleão

Radioterapia e hematologia no tratamento do câncer é mais uma conquista do presidente da FUVS, Rafael Simões, que beneficiará os pacientes que realizam tratamento do câncer no HCSL


Após a vinda do governador Antônio Anastasia a Pouso Alegre, em novembro, quando assinou convênio com a Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí no valor aproximado de 35 milhões - a serem pagos em três anos a partir de 2014 - outra vitória foi conquistada pelo presidente da Fundação, Rafael Simões, através dos secretários de Estado Bilac Pinto, Antônio Jorge - este, da Saúde - e do Secretário Adjunto do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, com a habilitação dos serviços de radioterapia e hematologia para o tratamento do câncer.

O valor do repasse do Ministério da Saúde para o Hospital já está definido e os tratamentos serão iniciados assim que os trâmites legais forem concluídos, informou Ronald Tadeu Schimidt Beraldo, do Núcleo de Gestão e Assistência do HCSL.

Ronald Beraldo é um dos responsáveis pela documentação enviada ao Ministério da Saúde; uma de suas funções na Fundação é acompanhar diariamente os trâmites técnicos necessários para que o Hospital se enquadre nas normas da Saúde. Segundo o presidente da FUVS, Rafael Simões, Ronald foi indicado por ele para acompanhar o credenciamento uma vez que ele trata há muito tempo com a burocracia do Ministério da Saúde, necessária para a liberação de habilitações e definição de valores.

Ronald Beraldo esteve em Brasilia nos meses de março e abril com o presidente da Fundação, e confirma que a audiência de abril foi marcada pelo deputado Odair Cunha. Nesse dia, relata, Odair Cunha tinha marcado também uma audiência para a Prefeitura de Pouso Alegre onde compareceu com o vereador Rafael Huhn, médicos e o vice-prefeito de Pouso Alegre, Mário Lúcio Mattozo. Na ante-sala do secretário Adjunto do Ministério da Saúde encontraram-se todos e foi então perguntado se os políticos de Pouso Alegre poderiam participar da reunião da Fundação já que eram todos da mesma cidade; um médico de Belo Horizonte que acompanhava o deputado e cujo assunto nada tinha a ver com o hospital também permaneceu na reunião. Segundo informações do próprio Ministério da Saúde, ´o credenciamento no tratamento do câncer é uma decisão técnica, que exige parâmetros específicos para sua implantação - não político´.

O presidente da FUVS, Rafael Simões disse que ´essa foi uma luta de toda a Fundação, da Universidade e do Hospital Samuel Libânio para que este momento chegasse. Sabermos que teremos em breve os serviços de radiologia e hematologia é uma grande vitória para os pacientes e a população do Sul de Minas´, comemorou. Simões revelou ainda que soube que o credenciamento dependia apenas da assinatura da portaria no dia 25 de novembro ´quando fui informado pelo Ronald que acompanha o processo passo-a-passo. No dia 4 de dezembro tivemos a confirmação que a portaria seria assinada nos próximos dias e no dia 11 de dezembro fomos informados que a portaria estava assinada, no entando, optamos por aguardar sua publicação. Agora, já temos também conhecimento dos valores que serão repassados ao Samuel Libânio para esses serviços mas, novamente, preferimos esperar pela publicação. Afinal, não estamos aqui fazendo política e sim cuidando da saúde da população, principalmente a menos favorecida´, finalizou.

Esta é a nossa opinião
Seis meses de gestão, dificuldades financeiras e muita dor de cabeça


Ao assumir a presidência da Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí que é a mantenedora do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, Universidade do Vale do Sapucaí, Colégio João Paulo II e Colégio Anglo, Rafael, Simões não imaginou que pegaria uma instituição à beira da falência.

A instituição, voltada para o filantrópico, tem na presidência um cargo honorífico, ou seja, sem salário ou vantagens de qualquer natureza. No entanto, é o presidente da entidade que assina por ela colocando em risco seu patrimônio.

Com dívidas astronômicas, em virtude também da falta de pagamento da Prefeitura de Pouso Alegre e alguns convênios do governo Federal, os últimos seis meses tem sido de contenção de despesas e, ao mesmo tempo, aproveitamento de pessoal e dos espaços para dar mais conforto aos pacientes e alunos. É uma meta que foi traçada em comum acordo com os funcionários e está sendo cumprida à risca.

Nesses quase seis meses, Rafael Simões se dispôs a correr para salvar a Fundação e conseguiu aquilo que muitas vezes é considerado pouco em vista das necessidades diárias de uma entidade que tem quase dois mil empregados. Sua transparência na gestão atraiu a atenção do governador Antônio Anastasia, dos secretários de Estado Bilac Pinto e Antônio Jorge que se irmanaram para buscar recursos e salvar a Fundação.

Logo nos primeiros dias, Rafael Simões detectou as necessidades do hospital Samuel Libânio e conseguiu verba do governo do Estado para ampliar a UTI infantil. Em seguida vieram doações particulares, a visita do vice-governador e o anúncio de verba de 2,4 milhões para adquirir medicamentos e material de uso em geral, doações de outras entidades e empresas,
inauguração de espaço mais adequado para recepção e espera do serviço oncológico, doação de um mamógrafo novo da Secretaria de Estado da Saúde, novos equipamentos são adquiridos para o Centro Cirúrgico com renda da campanha ´Ajude o Hospital com 1 real´ e, por último, doações de equipamentos, mobiliário, roupas hospitalares, da OAB Minas e Hospital Santo Ivo. Na área educacional, os vestibulares tiveram participação record nos seus cursos, inclusive Medicina, além de ter aumentado as bolsas de pesquisas e iniciação científica.

Enquanto isso, do outro lado, a administração Perugini puxava a corda numa clara atitude política para dificultar ainda mais a já precária situação, principalmente do hospital Regional. Informados do caos que se instalaria na instituição, o prefeito Agnaldo Perugini (PT) chegou a dizer que não sabia da dívida para com o hospital, desmentido por vídeos e documentos. Visitando a instituição e tomando conhecimento da gravidade que a falta de pagamento dos procedimentos traziam à Fundação, o deputado Federal Odair Cunha (PT) e o vereador Rafael Huhn (PT), líder do prefeito na Câmara Municipal, também não tomaram atitude alguma para minimizar os problemas gerados, em parte, pela falta de pagamento tanto da Prefeitura quanto de alguns convênios do governo Federal.

Agora, querem sentar na janelinha e atribuírem apenas a si o credenciamento do tratamento do câncer que, na realidade, souberam que era pleiteado e estava tudo pronto para recebê-lo através de matéria veiculada na TV Uai.




 



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